27.12.10

Caminhando por Downtown

Os dias de passeio sempre são bem agradáveis ou as vezes cansativo. Mas é só cair na cama e perceber que já é de manhã e sentir que esta disposta para mais um dia.
Para alegria de uma turista, mais um dia de encanto no Big Apple.

Senti feliz em olhar pelo meio da cortina e ver o sol estampar o rosto e ver as pessoas caminhando pela rua sem muito incomodar com o frio.

O plano daquele dia era chegar de metrô até World Trade Center (WTC) e apreciar rapidamente cada bairro que existe em downtown.



O que dizer da WTC. Jamais imaginei que um dia podia estar ali sentanda em um banco olhando para aquele espaço vazio, sentindo um pouco de tristeza, de dor, de lamentação. Maior que tudo isso foi sentir paz.

No meio do coração do centro financerio, muito movimento. Guindastes, caminhões de contruções, correria do pessoal da obra, tudo aquilo por um instante inspirou renovação, vitalidade. Fica a esperança do Freedom Tower transmitir a todos nós um bom fluidos.

Caminhando a Financial District indo para o City Hall, alarmados pela fome, encontramos um restaurante chamado Oliva Gourmet.
Provamos o Panini que é uma massa crocante com recheio de queijo e frango com muitos condimentos. Um lanche muito saboroso.

             

No caminho uma charmosa praça do City Hall. Acho que muitos já fizeram um clic por aqui.

                         



Em chinatown, no bairro Chinês, uma bagunça do oriente. Passei rapidinho só para sentir o clima das lojas de peixes, frutas, ervas, parecia mesmo a china.


        

Logo ao lado fica a Little Italy, uma simpático bairro italiano. Um contraste com o bairro chinês. Muito italianos gritando pela rua: - Vieni a mangiare!!
Diverti com todo aqueles italianos fazendo jestos com as mãos e gritando com as pessoas como se estive a um quilômetro de distância.


                 Little Italy                                               Olha o tamanho do caminhão de lixo!
Andamos pela Soho, caminhamos pela Browdway. Um paraíso do consumo!

                 
                                  Indentificaram a propaganda em cima do taxi?      Essa loja de artigos para fumo

23.12.10

Metrô de Tokyo e de Nova York

                
Comparar uma a outra é uma péssima idéia.
Mas para a sua curiosidade o metrô de Tokyo não tem igual em nenhum outro local (pelo menos que eu saiba).
Digo do conformo do bancos, o ar condicionado, a informação detalhada do itinerário, a limpeza dos vagões, o anuncio  gentil do monobrista, a cautela e todo cuidado dos simpáticos funcionários japoneses, o sinais de advertência para organizar o povo, a pontualidade, a praticidade das máquinas de bilhetes e acima de tudo a segurança.
 
Tudo isso e muito mais existe no transporte japonês! É simplesmente fantástico.


                   

Já metrô de Nova York é muito prático por incrível que pareça. Ele também nos leva para os quatro cantos de Manhattan.

As linhas de metro são chamados por números de 1 a 6 e de algumas letras de alfabetos. Diferentes do Japão que chamamos pelo nome da linha. A variação de cores sem dúvida é o mais útil para se entender o trajeto, mas o segredo para não se perder é saber se você quer ir ao norte ou para o sul.
Para o norte pega o trem UPTOWN e para o sul DOWNTOWN.

Mapa do Metrô de Manhattan
http://www.mta.info/maps/lower%20Manh%20map%20Jun10.pdf


Mapa do Metrô de Tokyo
http://www.tokyometro.jp/station/common/pdf/rosen_eng.pdf

22.12.10

Fuerza Bruta - Broadway

   
Ir para Browdway e dispensar um espetáculo é o mesmo que ir fazer compras sem  dinheiro no bolso.

Usufluindo do avanço da internet, resolvemos daqui mesmo de Tokyo fazer a reserva para assistir o espetáculo "Fuerza Bruta".
Com os e-tickets na mão tudo fica mais agrádavel. Pelo menos fica a sensação de tranquildade para não se perder na agenda dos passeios e acho mais confortável  quando se tem um alvo definido. Tudo gira em torno dela.

Chegando ao local imaginava que tivesse algum palco com assentos. Mas este diferente dos tradicionais teatros, era um recito de pouco espaço e algumas claridades de luzes. Tudo aquilo deixava muito mais apreensiva do que esperava.

Após se livrar de sobretudos, bolsas e compras deixados com os funcionários (serviço pago) ficamos bem mais a vontade. Aproveitamos o barzinho para beber uns drinks antes de partir para o segundo andar onde acontece o show.

          
           

Já no segundo andar o Dj comanda o agito da galera com ritmo frenético das iluminações, fumaças e de muita música elétrica. É como se estivessemos na balada.
A equipe foi incrível! São super organizados e consegue locomover o pessoal com gentileza adquirindo espaço para o cenário. Eles surgem em 4 cantos do local, nas paredes, no meio da plateia, no teto. Fantástica criatividade do elenco.

   

O mais impressionante foi a piscina tranparente que desce do teto e as dançarinas deslizam sobre ele. Todo aquele clima fez parecer como se estivesse num sonho.
O espetáculo fica muito mais agitado quando o elenco junta-se ao público, começando a fazer a folia com caixas de papelão e esguichadas de águas em todo o pessoal.
Me diverti muito, mas acho que se fosse no verão não teria tanto medo de me molhar.

 

Para finalizar, o eleco simpático junta-se a todos para tirar fotos e também trocar um abraço pelo sucesso do espetáculo.Um dos membros comentou  que estaria planejando a vinda do espetáculo em Tokyo.
Espero reve-los no território japonês!

Site Oficial do Fuerza Bruta.
http://www.fuerzabrutanyc.com/

14.12.10

Times Square, Akihabara em meio da noite


Quantos lugares marcantes você tem em mente?
Quantos outros fatos poderão acontecer num lugar.

Times Square é assim. Um lugar cheio de emoções, explosões, fatos históricos e marcantes.

Olhem para este beijaço entre um marinheiro e a enfermeira que rolou no dia em que foi anunciado a vitória dos Estados Unidos, dando o fim da 2 Guerra Mundial.


É excesso de sentimento. É para parar no tempo e refletir o acontecimento.


           
                                                
E hoje Times Square faz lembrar Sex and the City 2 e propaganda publicitário da operadora de celular Softbank do grupo Smap.



A avenida cheia de luzes, radiantes de propagandas publicitária fez lembrar Akihabara em meio da noite.

8.12.10

Aos pés da Estátua da Liberdade


Essa famosa Estátua, encanta o mundo.
Quantas pessoas não foram ou sonham em conhece-la por perto.
Eu cumpri essa missão definitivamente.


Fora o tempo nublado e o chuvisco, a compra dos bilhetes, a inspeção de segurança, a fila para pegar o ferry aconteceram sem menor problema.





A Liberty Island é uma ilha pequena. Em torno dela podemos ter uma linda visão dos prédios de Nova York. Pela falta de sorte do tempo só não deu para ficar mais tempo. Se possível sentado na grama apreciando aquela vista. Mas fora isso estar aos pés desta senhora proclamando a liberdade é uma sensação única.


                     

Sem muito que perder, de volta a ilha maior em Battery Park, encontramos alguns
desenhistas de caricaturas. Animada em sentar naquele banquinho e ser modelo por 10 minutos, escolhemos um dos artistas dentre muito deles com um dom díficil de ser avaliada. É inevitável que as pessoas que estão passando por lá de uma espiadinha. Alguns param, falam com os olhos e dão um sorriso. Dentro de você a curiosidade aumenta e começa a imaginar qual será a graça da caricatura.


Independente se ficamos parecidos ou não, o desenhista foi generoso. A caricatura ficou uma graça. Prédios altos de Manhattan, Estátua da Liberdade, um vestido preto básico com escrita bordada I ♥ NY. Charmosamente com uma taça de drink acompanhado com um galã skeitista.
Não poderia ficar melhor!

6.12.10

Em cinco mil anos atrás em Metropolitan Museum


A caminhada em Central Park é muito agradável, bom para alguém que não tem pressa e têm todas as horas disponíveis para aproveitar da melhor maneira.

Mas quando se trata de tentar atravessa-la para chegar ao Metropolitan Museum o MET, parecia ser uma caminhada interminável. Não tinhamos idéia do quanto o parque era gigantesca. Tanto é que mal sabiamos para onde ia dar aquele caminho estreito ao meio de tantas árvores e bifurcação.


Uma e outras paradas para descontrair o passeio: catar castanhas e comparar de quem era o maior, escolher a maior árvore e se abrigar para ver se chuva fina passasse, agachado na grama verde a procura da sorte.  Assustada pela surpresa, em alguns minutos encontrei ela, o trevo de quatro folha a tantas outras de três folhas.


O triunfo foi chegar ao MET.

A sensação de voltar cinco mil anos atrás por todos os cantos do mundo: Egito, Roma, Ásia, Oceania, África...

É muita coisa para quem só está de passagem.









                

3.12.10

Coração de Manhattan: Central Park


Um dia nublado, friozinho de outono e o céu aguentado para não desaguar.

Da Universidade de Colombia saímos para caminhar. Pegamos a avenida Amsterdam que fica paralela a famosa Avenida Brodway.

Acompanhando com o nosso guia mapa, decidimos ali na rua mesmo que a meta seria chegar ao coração de Manhattan a famosa Central Park.

Parecia muito fácil e agradável, animados fomos tirando fotos de prédios charmosamente arquitetada. Até que conseguimos visualizar uma área verde com a placa de direção Central Park West.

Bem mais aliviada em estar no caminho certo. Prosseguimos o passeio até o Metropolitan Museum o MET.


 

 

Como qualquer parque ela têm seus lagos e seus jardins arborizadas, mas esta é agradável demais.
Mesmo até com este dia chuvoso.

Imensamente espaçosa em uma ilha tão cogitada, o Central Park não tem nada de imperfeito.


 

Simpáticos esquilos fazem um árduo trabalho a procura de castanhas nas folhas coloridas forradas pelo chão. Patos nadando amigavelmente em grupos. Passarinhos cantalorando uma canção mais diferente que outra.

 
Quem não gostaria de estar passeando com o seu amigo cão, ou namorando sentado a frente de um lago, dormindo com a barriga pra cima na grama verde, brincar com as crianças de esconde-esconde nas sombras do tronco de uma grande árvore, um jogging pelo caminhos mais frescos do parque?
Um passeio pelo Central Park vale até a pena imaginar.